VOCÊ É A SUA IMAGEM!!

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Quanto mais sei, mas sei que nada sei!!

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

O PROCESSO DE SINTONIA DO REIKI


O ensinamento do REIKI não se aprende através de leitura de livros,revistas,jornais,este tipo de leitura só nos dá uma visão geral sobre a origem,história e a base filosófica do assunto. Ele não é ensinado do mesmo modo que outras técnicas.A retransmição desta energia ao estudante é feita somente por um mestre de REIKI,durante um processo de sintonia.
Esse processo abre os chakras da coroa,coração e da palma das mãos e cria um vínculo especial entre o estudande e a fonte do REIKI.
A sintonia no REIKI é uma experiência poderosa (transcendental),é difícil de ser descrita,sendo única para cada ser humano.O processo é guiado pelo rei ou conciência divina que faz ajustes dependendo de cada estudante.Muitos dizem haver tido experiências místicas que traziam mensagens pessoais,curas,visões e esperiências de vidas passadas.
A sintonia também pode aumentar a sensibilidade psíquica.Com frequência os estudantes,após receber uma sintonia REIKI,contam experiências que implicam na abertura do terceiro olho,o chakra frontal,um conhecimento intuitivo incrementado e outras faculdades psíquicas.Quando recebida uma sintonia, você terá REIKI para sempre.Não poderá perdê-lo nem apaga-lo, cada sintonia serve somente para um nível (Até que se torne um mestre de REIKI, o terapeuta passará por quatro sintonias).Estes benefícios incluem o refinamento da energia REIKI que se canaliza,aumentando a força da energia, a solução de problemas pessoais, a claridade da mente, um aumento de sensibilidade psiquica e uma elevação do nível de conciência.A sintonia inicia um processo de limpeza que afeta os corpos físico, emocional, mental e espiritual.As toxinas armazenadas no corpo podem liberar-se como também os sentimentos e esquemas de pensamentos que já não servem. Portanto, recomenda-se um processo de purificação antes de relizar a sintonia, com o propósito de aumentar o benefício que se recebe.Durante a sintonia , e algum tempo depois, a energia sintonizadora que abre seus sistemas fará algumas mudanças,permitindo-lhe canalizar o REIKI.Estas mudanças têm lugar nos chakras, na aura, e também no corpo físico.
Pode dar-se uma liberação tanto emocional quanto de toxinas como parte deste processo de limpeza.Uma sintonia REIKI é uma iniciação em uma ordem metafísica sagrada, que tem estado na terra durante centenas de anos.Ao receber a sintonia,fará parte de um grupo de pessoas que estão utilizando o REIKI para harmonizar a si mesmo a aos demais.
Tudo que necessita o praticante para utilizaar o REIKI após ter recebido a sintonia, ou iniciação, é colocar as mãos sobre a pessoa que se quer harmonizar.As energias REIKI começarão a fluir automaticamente.O REIKI tem sua própia inteligência, sabe exatamente aonde ir e o que fazer.O REIKI tem mente própia e não pode ser dirigido pelo praticante.Este se comunicará com o EU Superior dos clientes e utilizará esta informação para decidir onde tem tem que ir e o que tem que fazer.Os melhores resultados, se conseguem parmanecendo calmo e relaxado, e deixando que o REIKI trabalhe.
O REIKI SEMPRE AJUDA E É INESGOTÁVEL,uma vez que o REIKI está guiado pela conciência divina,nunca pode causar dano, sempre sabe o que necessita uma pessoa, e se ajustará para criar o efeito apropiado para ela.Não há porque se preocupar em receber ou não esta energia, visto que, ela sempre é útil.O praticante não dirige o processo e não decide o que fazer e o que harmonizar, não correndo riscos de assumir o carma do cliente.Sendo uma energia canalizada, as energias do praticante do REIKI nunca se esgotam. Na realidade, a ação é tanto no praticante quanto no cliente. Em consequência disso, dar um tratamento aumenta sempre as própias energias e faz com que se esteja rodeado por uma sensação de bem estar.

Texto extraído do livro O PODER DO REIKI do escritor e meu mestre de REIKI
Marcos Tarier Fernandes.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Realidade Virtual


Júlio Verne já sonhava com a volta ao mundo, com o avião e até mesmo com o telefone celular muito antes que estas possibilidades tivessem se tornado triviais. Os livros de ficção há anos pregam que existirão máquinas capazes de fazer comida a um simples toque e óculos de realidade virtual que nos levarão a experiências e mundos fantásticos. O que poucos sabem é que há milênios já temos o conhecimento e a capacidade necessários para usar viagens virtuais e fantasias para melhorar nossa relação com o mundo real. Trata-se da Terapia de Imagem, que parte do princípio de que a forma pela qual interpretamos um fato determina nossas emoções e comportamento. Amplamente utilizada nas práticas meditativas e de ioga, a técnica pressupõe que cada percepção é única e está diretamente ligada à estrutura emocional do indivíduo. Fatores ambientais e familiares podem influenciar a maneira com que se interpreta o mundo. Existem pessoas que, por terem sofrido no passado, têm a tendência de esperar sempre pelo pior e acreditar que a felicidade é algo ilusório. Assim a vida é vivida apenas pelo prisma pessimista. Outras desenvolvem a percepção apenas de medos, receios e raivas também não elaborados devidamente, dando sempre a mesma resposta emocional a diferentes situações. São as pessoas de pavio curto ou melindradas. Dessa maneira todos os fatos ocorridos no passado estão presentes no momento e ainda influenciam nosso modo de pensar e agir em nossas relações pessoais e podem ser tratados no aqui e no agora. Tudo tem início no visual. Antes de pensarmos em qualquer coisa, formamos uma imagem precisa dela e assim determinamos, focamos nossa atitude e experimentamos emoções. O processo se faz de maneira involuntária e automática pelo cérebro. É como dirigir um carro; não paramos para pensar em cada movimento, mas sim no conjunto todo. Pense, por exemplo, em uma situação que lhe causou medo, uma entrevista de emprego ou um assalto. Agora monte uma imagem mental dessa situação: imagine o entrevistador; perceba como ele ocupa muito espaço dentro de sua tela mental; e agora comece a diminuir esse espaço. Comece a diminuir também a imagem dele até que o entrevistador fique bem pequeno como uma criança e perceba a alteração de sua emoção; note como o medo passa a dar lugar para o cômico, para a graça. A Terapia de Imagem é uma técnica simples que atinge resultados satisfatórios e rápidos, minimizando o sofrimento e tornando a pessoa mais capaz de sentir prazer e lidar com as situações da vida diária. Usa-se o virtual para dar uma nova luz ao real de um jeito simples e concreto. Reorganiza nossa percepção, enquanto brincamos com a figura e fundo. Imagine um copo com água até o meio. Você pode pensar que ele está a se esvaziar ou a se encher, assim também ocorre com diversas situações. A Terapia de Imagem direciona nosso foco para nos posicionar melhor diante de certos fatos, a eliciar respostas mais apropriadas, nos auxiliando a elaborar nossas emoções. Essa é uma maneira rápida e fácil de encontrarmos soluções. Ela é feita sob medida, ou seja, fazemos junto ao cliente um levantamento dos problemas para saber como sua percepção está estruturada. Depois elaboramos um programa específico, que pode auxiliá-lo a transformar seu padrão perceptivo. Ao enfocar alguns aspectos, aumentamos a luminosidade de outros e diminuímos o volume e a intensidade do quadro levantado conforme a necessidade e o objetivo. Dessa forma, a técnica, apesar de simples, requer um profissional altamente treinado para manuseá-la de modo harmônico e eficaz. Pode ser aplicada em qualquer pessoa e é muito indicada no tratamento de insônia, fobias e traumas, bloqueios e pensamentos repetitivos. (*) A autora é diretora da Companhia Zen - Núcleo de Práticas Orientais Fone: (11) 5572-0987

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Me ajude a te ajudar

Quantas pessoas vêm à minha procura precisando de ajuda, querendo compreender melhor a vida e os fatos que acontecem?
Com certeza, amigo leitor, a resposta é que muitas pessoas querem ajuda, precisam muito de uma luz, um direcionamento, mas muitas delas apesar do sofrimento e do desejo de mudar de vida não estão abertas ao novo. Querem mudar, mas apenas para dar certo naquilo que sua mente racional aponta como solução.

Tenho falado em meus cursos e grupos que precisamos abrir a mente, deixar de pensar apenas com o racional porque, como dizem os mestres, a razão é uma competência puramente humana, um aprendizado que se baseia apenas no passado, nas experiências que já tiveram lugar em nossas vidas.
Muita gente que já sofreu sérias decepções e diz ter se tornando mais pé no chão, mais racional, muitas vezes está preso ao pessimismo, ao reflexo do que viveu e também não está exatamente sendo racional. Porque a razão deveria ser um estado mais lúcido da mente, um reforço para ações esclarecidas e não é isso que vemos em muita gente que se diz racional.
Afinal, de que adianta saber de tudo de si mesmo, dos seus sofrimentos, se não temos a esperança de seguir em frente de uma outra forma?
E a criatividade? E a esperança em dias melhores e relacionamentos mais afetivos?
Por que por conta de experiências difíceis precisamos nos fechar e não acreditar em mais nada?
Por que não podemos mais acreditar em amor depois de um desamor?

Nem sempre a vida é como queremos, mas para o nosso próprio bem, temos de dar oportunidade ao destino. Precisamos nos abrir para o novo.
Todos sabemos de fatos inusitados que mudam a vida das pessoas, por que isso não poderia acontecer conosco?
Claro que pode. Tudo pode. Esta vida é feita de incertezas, e acredito que seja um dos nossos maiores desafios conviver com a incerteza.

Tenho observado que principalmente as mulheres desejam muito controlar a vida. Querem a todo custo saber o resultado das coisas antes de acontecerem, como se pudessem evitar o sofrimento. Mas por que transformamos situações difíceis em verdadeiros monstros?
Talvez se tirássemos das situações o orgulho ferido, a vaidade quebrada, o sentimento de pouca valia, depois de um fora, as situações se tornassem mais fáceis...

Apesar de estarmos vivendo numa época com tantas inovações, internet, viagens ao exterior a preços acessíveis, por que será que ainda damos tanto valor ao que as outras pessoas pensam de nós, das nossas atitudes. Porque nos prendemos ao que os outros vão pensar.
Para uma terapia de fato ajudar alguém é preciso um despojamento desse tipo de barreira criada para proteção. Pode parecer estranho pensar assim, mas precisamos permitir sermos tocados em nossa dor para o outro efetivamente nos ajudar. Sem essa coragem de se abrir ninguém será capaz de entrar no nosso mundo.

É muito comum numa fase de sofrimento as pessoas se fecharem, não querendo muita conversa. Isso acontece porque tentamos evitar falar de algo que traz sofrimento. Queremos fugir, encontrar outros atrativos, mas sempre essas tentativas são em vão porque para onde quer que formos levaremos junto os sentimentos. E sentimentos não se curam apenas com uma mente racional. Sentimentos não se explicam, não se comprimem ou se adaptam àquilo que é esperado de nós.

Quando nos apaixonamos por alguém, nem sempre essa pessoa é adequada, nem sempre a pessoa é livre, ou nós não somos livres. Sentimentos são muitas vezes surpresas até para nossa mente racional. Pois é difícil escolher o que sentir.
Vemos muito isso em encontros de Vidas Passadas. Já atendi várias pessoas que reencontram antigos parceiros e, quando isso aconteceu, a chama do amor de então se acendeu de forma avassaladora e mesmo a pessoa sendo séria, casada, não deixou de perceber que ali existia algo forte. Agora fazer ou não a escolha de ficar com essa pessoa mesmo já tendo um compromisso, colocando em risco perder o equilíbrio de amor exigiu um bom diálogo interior.

Assim, amigo leitor, para receber ajuda é preciso compreender que olhar os sentimentos às vezes é doloroso, e exige muito de nós.
Receber ajuda pode mostrar que você está agindo errado faz tempo e que é preciso mudar.
Receber ajuda existe também humildade. Talvez você precise pedir e,, inclusive correr o risco de ouvir um não como resposta.

Juliana uma cliente estava justamente nessa condição, precisava de ajuda mas não queria mostrar fragilidade porque numa vida passada perdeu tudo quando o marido morreu e deixou dívidas para a família. Ela que era uma mulher forte, trabalhadora, jovem se sentia como um velha senhora. Esse sentimento de derrota era tão profundo nela que mesmo fazendo terapia convencional não conseguia avançar. Estava presa a um desejo inconsciente de se proteger da dor. Naquela vida em que tinha perdido tudo, aos poucos tentou preservar ela e os filhos.

Assim, tentava agora manter seu casamento falido novamente pensando nos filhos. Quando conversamos sobre a família moderna, sobre pais que conseguem ficar amigos, inclusive mantendo uma convivência amigável, ela compreendeu que estava fechada, que tinha medo de se abrir e até de olhar para sua história de uma outra forma. Disse que não conseguia pensar no seu apartamento destruído.
Mas por que temos que ser assim tão fatalistas?
Por que ela não pensava em um outro lugar, com uma outra energia, com uma outra decoração?
Quando finalmente começamos a olhar para sua vida de uma forma mais leve, o sorriso voltou a enfeitar a face dessa moça que estava se libertando do peso das rugas da mulher perdedora que foi em vidas passadas.
Emoções nascem não apenas do reflexo dos fatos da vida atual, mas também de formas pensamento e crenças que carregamos conosco de muitas vidas.
Para poder receber ajuda é preciso avaliar o conteúdo dessa grande valise que você carrega consigo.
Amigo, Coragem!
por Maria Silvia Orlovas.

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